Conheça a capa do álbum The “The Last Of The Guaranis”

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O novo álbum do quarteto carioca de Metal Nativo está quase pronto, e a banda liberou a arte da capa para saciar a curiosidade dos fãs. O trabalho, intitulado “The Last of the Guaranis” – nome de uma das músicas que compõem o álbum – virá em um formato especial, duplo (edição limitada!), em digipack e no formato de embalagem de DVD, contendo uma versão remasterizada do EP de estreia da banda, “United”, com a bateria e baixo regravados pela formação atual – além de duas faixas bônus.

O conceito da capa ficou a cargo de Luciano Vassan e Isabelle Araujo, artista plástica convidada para a criação da arte. É instigante e ao mesmo tempo chocante, pois é necessário que você acesse a contracapa para que ela esteja completa. Numa primeira impressão, aos que visualizarem a parte da frente, trata-se apenas de um indiozinho com aquele olhar de sofrimento, mas seu “motivo maior” só é desvendado quando se analisa a arte como um todo.
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Segundo Luciano Vassan, “a intenção é chamar a atenção para a questão da demarcação de terras indígenas no Brasil. Para os povos indígenas, a terra é mais que um lugar para viver e cultivar. Suas terras são sagradas, sua existência é intrinsecamente ligada à ela, e tirá-los de seu território é roubar-lhes a vida, e nesse caso, o sentido de sua existência. E isso tem levado diversos indígenas a cometerem suicídio, inclusive mulheres e crianças. O assunto não é novidade, isso vem acontecendo há décadas, mas ninguém parece estar prestando atenção”.

A arte foi inspirada em uma fotografia de Steve McCurry, fotojornalista mundialmente conhecido por seus registros de pessoas em estado de vulnerabilidade e regiões de conflito. Suas fotos já lhe renderam diversas capas em revistas ao redor do mundo e acumula uma vasta lista de prêmios.

O CD traz as participações de Marcelo D2, João Cavalcanti (Casuarina), Zahy Guajarara (índia guajajara), Coral de Crianças Guarani Mbya e Gleyds Granden (Mãe de Santo), além dos percussionistas Paula Perez, Dudu Bierrenbach e Mario Mamede, e tem previsão de lançamento para o mês de Julho desse ano.

 

Conheça as participações de “The Last of the Guaranis”

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Desde a formação da banda, em 2010, a proposta do Tamuya Thrash Tribe sempre foi abordar temas da história, cultura e folclore brasileiros. Mas durante a pré-produção do novo álbum – que terá o nome de “The Last of the Guaranis” e tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2016 – a banda resolveu se aprofundar nas temáticas e incorporar também ritmos brasileiros, destacando-se os ritmos indígenas, nordestinos e africanos.

“É um álbum conceitual, estamos totalmente comprometidos com uma maior imersão na cultura brasileira, e por isso estamos experimentando novos ritmos, novos instrumentos e buscando novas formas de compor. E para fazer tudo o que foi planejado, nós achamos que o resultado seria muito mais rico se convidássemos alguns artistas para trazer as suas contribuições e agregar valor às nossas músicas”. conta Luciano Vassan, vocalista e guitarrista da banda.

Entre as participações no novo álbum estão Marcelo D2, João Cavalcanti (Casuarina), Zahy Guajajara, o Coral de Crianças Guaranis, percussionistas, dentre outros.

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Vassan falou um pouco sobre a participação de cada um no novo Álbum:

1. Marcelo D2 – O Marcelo dispensa apresentações, tem uma longa história de misturas musicais, desde os tempos de “Planet Hemp” já flertava com alguns ritmos brasileiros, além de misturar Rock, Hardcore e Rap. A banda, oriunda do underground carioca, surgiu no “Garage”, o extinto palco que revelou vários artistas do Rock e Metal carioca. Mas foi em seus trabalhos solo que Marcelo se aprofundou nas misturas com ritmos brasileiros e com a sua famosa mistura de Rap com Samba fincou seu nome na música brasileira como um artista disruptivo, inovador e de vanguarda.

Nascido e criado no subúrbio, conhece de perto a realidade das comunidades cariocas e desde o início de sua carreira sempre abordou as questões políticas e sociais brasileiras. Essa conjunção de fatores foi o que nos motivou a convidá-lo para gravar os vocais da música “Senzala/favela”, que fala da abolição da escravidão, o processo de favelização e a intolerância com as religiões da matriz africana.

2. João Cavalcanti – cantor e compositor, vocalista da banda carioca de samba “Casuarina”. Teve um projeto chamado “Rodagente”, no qual tocava músicas regionais nordestinas. Filho do cantor Lenine, João tem uma relação muito próxima com a cultura do nordeste, e a amizade com Luciano Vassan – desde os tempos de faculdade – possibilitou essa aproximação e o convite para a participação no CD. João gravou vocais em “Vinte e Cinco” e “Violence and Blood”, faixas que falam sobre o estilo de vida dos cangaceiros.

3. Zahy Guajajara – índia da etnia Guajajara Tenetehar, Zahy é ativista das causas indígenas e participa de diversos projetos ligados à proteção dos direitos dos povos nativos brasileiros e também para a valorização e preservação da cultura indígena. Como artista ela é multifacetada: já fez trabalhos como atriz, escritora, poetisa, fotógrafa e ainda é dona de uma belíssima voz, o que chamou a atenção da banda.

Nós conhecemos a Zahy no início de 2015, em um evento do Dia do Índio, realizado no Parque Lage, no Rio de Janeiro. Desde então já fizemos algumas composições e pensamos vários projetos juntos. Ela se tornou uma grande amiga e uma espécie de consultora para assuntos relacionados à cultura indígena. Em um dos ensaios em que ela participou, ela nos mostrou uma de suas poesias – escrita em tupi guarani – e quando conhecemos a tradução, ficamos perplexos, porque o conteúdo estava totalmente alinhado com a temática das nossas músicas. Então resolvemos musicar e gravar a poesia dela. O processo de composição e gravação da música foi totalmente diferente do que estávamos acostumados: ela gravou a voz de forma improvisada, em cima de um dedilhado que fiz no violão, e a partir daí a música foi se desenhando dentro do estúdio. Acho que o resultado ficou incrível.

4. Coral de Crianças Guaranis – No mesmo evento em que conhecemos a Zahy, nós assistimos uma apresentação do Coral de Crianças Guarani e ficamos maravilhados. Nós já estávamos em busca de um canto indígena que falasse sobre Tupã e a Zahy fez a ponte para conversarmos com o cacique da tribo, Darcy Tupã. Nós fomos até a aldeia em Rio Bonito/RJ para gravar dentro da Oca onde eles fazem as cerimônias religiosas. Foi uma experiência incrível, que mudou a vida de cada um de nós.

A faixa cantada por eles é a abertura do disco e se chama “Oreru nhamandú tupã oreru” que em tradução livre seria algo como “nossos pais são o Sol e o Trovão”.

5. Zândhio Aquino – Músico, compositor e fundador do Arandu Arakua – banda participante do Levante do Metal Nativo, que mescla Heavy Metal com música indígena e regional, cantada em idiomas indígenas. Zândhio é descendente de índios e estudioso das culturas indígenas brasileiras, marcou sua participação gravando vocais, maracá, pau de chuva e flautas indígenas em 3 músicas do álbum.

Nós já conhecíamos o Zânhdio e o Arandu Arakua pela internet, mas tivemos uma maior aproximação com a criação do Levante do Metal Nativo. Ele é profundo conhecedor das culturas indígenas e nos ajudou em algumas músicas tirando dúvidas e nos ajudando com palavras em tupi-guarani. A participação dele foi mais do que natural.

6. Mario Mamede – Baterista da banda “Mop Top”, DJ e estudioso da música brasileira. Mario é Ogã no terreiro que frequenta e foi um grande incentivador da banda desde o início. Ele foi o primeiro DJ a tocar músicas do TTT na noite carioca, o que o aproximou da banda, a ponto de montar um projeto de Horror-Punk-Metal com Luciano Vassan. Mario gravou as percussões nas músicas “Senzala/Favela” e “The Conjuration (Martyr)”.

7. Dudu Bierrenbach – Multi instrumentista, Tocou em projetos como Haven, Mr. Dooback Sound System, Cezar Cayom, Mohana Grupo e Gandharva Mantras, além da banda “Extremo Norte”, onde tocou com Leonardo Emanoel e Bruno Rabello. Dudu é Ogã, feito no candomblé, motivo pelo qual o convite foi feito. Dudu gravou as percussões nas músicas “Senzala/Favela” e “The Conjuration (Martyr)”.

8. Paula Perez – A Paula já vem tocando com a gente há alguns meses. Já fizemos alguns shows e gravamos uma Live Session da música “Violence and Blood” com ela na percussão. A participação no CD foi natural. Antes do TTT, ela fez parte do “Zabatê”, um grupo percussivo/vocal formado por 13 mulheres e ainda tocou com artistas como Carlos Poubel, Gisela Peçanha e Sucata de Luxo. Paula gravou as percussões nas músicas “Violence and Blood”, “Senzala/Favela” e “The Conjuration (Martyr)”.

9. Gleyds Granden – Mãe de Santo, feita na Umbanda e no Candomblé. “Nós procuramos a Gleyds para pedir a benção e convidá-la para cantar o “Brado de Xangô” na introdução de “Senzala/Favela”. Quando explicamos o nosso projeto, ela topou de cara. E a participação dela foi essencial, pois além da contribuição com a sua voz, ela nos ajudou a corrigir algumas imprecisões na parte da música que fala sobe Xangô. O resultado ficou incrível!”

10. Sidney Sohn – Músico e Produtor, proprietário do Estúdio Locomotiva, gravou e produziu o primeiro EP da banda e assina também a produção do novo álbum, “The Last of the Guaranis”, onde também gravou teclados e orquestrações. Já trabalhou com grandes nomes do Metal e Rock Brasileiro como Nordheim, Andralls (SP), Thoten e Maldita, além de grandes nomes da música brasileira como Hermeto Pascoal, Biquini Cavadão, Elba Ramalho, Baby do Brasil, Pepeu Gomes, Zeca Pagodinho, Jorge Vercilo e Milton Nascimento (gravou seu ultimo CD , indicado ao Grammy Latino). Assinou trabalhos de Masterização de vários artistas internacionais como: Sacrifice (Canada), Sudden Impact, Slaughter, MX, Gammacide e Iron Angel. Como tecladista tocou no projeto Tribuzy CD e DVD “Execution Live Reunion” onde assina o arranjo de cordas e piano de “Tears of the Dragon” cantada por Bruce Dickinson.

Créditos das fotos: Raphael Simons, Thayná Gomes, Gabriela Valente

Conheça a música “Violence and Blood”

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A banda carioca de metal Tamuya Thrash Tribe soltou essa semana um vídeo ao vivo, em estúdio, da música “Violence And Blood”, que estará em seu primeiro álbum, chamado “The Last Of The Guaranis”, a ser lançado no início de 2016.

Assista aqui ao vídeo:

“Violence And Blood” fala sobre o estilo de vida dos cangaceiros, e algumas de suas contradições; ao mesmo tempo em que eram matadores, mercenários e sanguinários, eram extremamente religiosos e prestavam reverência à igreja e aos padres, principalmente Padre Cicero, que era grande confidente de Lampião.

A versão da música que estará no CD, ainda terá uma introdução, chamada “Vinte e Cinco“, que é uma homenagem à José Alves de Matos, o último cangaceiro do bando de Lampião, que ainda era vivo e morreu em 2014. “A notícia da morte dele foi o que me inspirou a escrever a música”, conta Luciano Vassan, guitarrista e vocalista do TTT. José morreu aos 97 anos, em Maceió, Alagoas.

“Violence And Blood” também terá a participação de João Cavalcanti, vocalista da banda de samba Casuarina, e que também é filho do cantor Lenine. “O João, é meu amigo, estudamos juntos na faculdade, é de família nordestina e já inclusive teve um projeto de música regional, onde tocava forró, baião e afins, esse é o motivo pelo qual o chamamos para participar”, explica Vassan. A música ainda conta com a participação da Paula Perez na percussão, “Ela tocava no Zabatê, um grupo percussivo/vocal formado por 13 mulheres”. Ele completa: “Ela tocou com artistas como Carlos Poubel, Gisela Peçanha e Sucata de Luxo”.

Tamuya Thrash Tribe se junta a outras sete bandas para formar o “Levante do Metal Ativo”

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A banda carioca iniciou – ao lado de outras sete bandas – o projeto “Levante do Metal Nativo”, que é um movimento musical que vem tomando forma dentro da cena nacional.

Bandas como Aclla, Armahda, Arandu Arakuaa, Cangaço, Hate Embrace, MorrigaM, Tamuya Thrash Tribe e Voodoopriest, abraçaram a ideia da integração de elementos brasileiros à sua música e hoje trabalham para a consolidação dessa fusão, gerando novos estilos.

Siga a página do projeto no Facebook, e conheça mais sobre as bandas participantes:

https://www.facebook.com/levantemetalnativo

Na página, também está a série de vídeos, “Impressões”, onde integrantes das bandas, gravaram depoimentos falando sobre como conheceram o som de cada uma. Veja Luciano Vassan, vocalista e guitarrista do Tamuya Thrash Tribe contando sobre como conheceu as bandas Armahda e Arandu Arakuaa:

https://www.facebook.com/levantemetalnativo/videos/vb.845335218895592/850079148421199/?type=2&theater

https://www.facebook.com/levantemetalnativo/videos/vb.845335218895592/847361762026271/?type=2&theater

 

Confira abaixo a localização de cada banda do movimento:

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CD novo será um álbum duplo

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O Tamuya Thrash Thrash anuncia que seu primeiro full lenght, “The Last Of The Guaranis” será lançado com um disco adicional, que será nada menos que a inclusão do primeiro EP da banda, “United”, remixado e remasterizado. A banda regravou o baixo e a bateria com os integrantes atuais e, além disso, vai incluir duas músicas acústicas que serão escolhidas durante o processo.

Portanto, “The Last Of The Guaranis” terá uma edição dupla limitada, com uma embalagem diferenciada. Prato cheio para os colecionadores!

A banda está trabalhando a todo vapor, e a previsão do lançamento é para o comecinho de 2016.

Nos próximos dias serão divulgados alguns vídeos (studio sessions) das gravações.

O TTT estará em SP nos dias 18, 19 e 20, participando da tradicional Expomusic, visitando os stands dos patrocinadores da banda – será uma das pouquíssimas pausas na produção do disco.

O Tamuya Thrash Tribe é formado por Luciano Vassan (guitarra e vocal), Leonardo Emmanoel (guitarra), JP Mugrabi (baixo) e Bruno Rabello (bateria).

 

Acompanhe o Tamuya Thrash Tribe nas redes sociais:

www.tamuyathrashtribe.com

https://www.facebook.com/TamuyaThrash

https://www.youtube.com/user/TamuyaThrashTribe

https://twitter.com/TamuyaThrash

TTT no Snapchat

O Snapchat virou uma febre entre os jovens no mundo todo.

O app, que começou como uma ferramenta pra sexting (sex + texting), logo teve seu potencial percebido por algumas empresas, artistas, etc e hoje vem se firmando como uma ótima ferramenta para aproximar os artistas de seus fãs.

O Tamuya Thrash Tribe está inovando ao transmitir o dia-a-dia da banda pelo app, com imagens e vídeos dos ensaios, gravações, processo de composição, viagens e até as nossas incursões pelo underground (shows, eventos, viagens, etc)

Para acompanhar a gente por lá, é só adcionar pelo usuário “luciano.vassan” ou apontar a câmera do celular com o aplicativo aberto para a imagem do “fantasminha” (imagem abaixo).

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As primeiras transmissões oficiais serão na quinta-feira, dia 04/06, quando a gente entra em estúdio para vai gravar a pré do disco novo, mas quem quiser, já pode adicionar, pois já estamos realizando algumas experiências no app.

É a tecnologia chegando sempre para somar, e não acabar com a arte, como alguns desavisados insistem em tentar negar o futuro.

Snapchat won the youth worldwide.

The app, which began as a tool for sexting (sex + texting), soon had their potential perceived by some companies, artists, etc. and today has established itself as a great tool to bring together artists and their fans.

Tamuya Thrash Tribe is innovating to pass the day-to-day band the app, with images and videos of the rehearsals, recordings, writing process, travels and even our forays into the underground (Concerts, events, travels, etc.)

To follow us there, just add the user “luciano.vassan” or pointing your camera phone with the application open to the image of the “ghost” (image below).

The first official broadcast will be on Thursday, 06/04, when we’ll enter the studio to record the pre-sessions of the new album, but whosoever will, can now add, because we are already carrying out some experiments in the app.

It is the technology always coming to add, and not end up with art, as some unsuspecting insist on trying to deny the future.

Homenagens e reflexões no dia do índio

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Sempre em busca de fatos da nossa história e de nosso povo, que possam, inspirar e enriquecer suas músicas, a banda carioca de Heavy Metal Tamuya Thrash Tribe, marcou presença, no último domingo, em evento realizado no Parque Lage (Rio de Janeiro), onde foi celebrado o dia do índio.

O evento, organizado pela Secretaria de Estado de Cultura em parceria com a Associação Indígena Aldeia Maracanã (AIAM), aconteceu no dia 19/04, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, das 10h às 17h, e incluiu apresentações de rituais, danças e cantos indígenas,

pintura corporal, mostra de cinema Guarani, índios contando histórias, exposição, venda de artesanato indígena e o lançamento do livro, “Una Isi Kayawa”, a primeira história de documentação de Huni Kuin, no Acre, feita completamente com autoria Huni Kuin.

Durante o evento o Tamuya Thrash Tribe fez contato com índios de diversas etnias, dentre elas Pataxó, Guarani, Fulni-ô, Guajajara, Tupi-Guarani, entre outros povos.

“Estamos no final do processo de pré-produção do nosso CD, que contará com algumas músicas que abordam a temática indígena. Para a gente foi muito bom poder estar perto, conhecer um pouco mais da cultura deles, buscar inspiração, força e energia para o nosso processo criativo. Fizemos grandes amizades, que podem mudar os rumos da nossa música. Aguardem!”, disse Luciano Vassan, guitarrista e vocalista da banda.

Em suas redes sociais a banda fez uma homenagem aos povos indígenas brasileiros com a seguinte mensagem:

“Para o TTT, todo dia é dia do índio, mas enquanto as populações indígenas ainda não tiverem o respeito e o reconhecimento que merecem, a gente ainda vai precisar dessa data para lembrar as pessoas que eles estão aqui, e já estavam aqui muito antes da gente!”

Logo após o encontro, o TTT disponibilizou um vídeo em seu canal do YouTube, o vídeo “Uhu Zaneru”, com a participação de Zahy Guajajara. Pode ser assitido aqui no site, na seção vídeos.

O registro fotográfico do evento ficou por conta de Thayná Gomes e Zahy Guajajara.

Assista os vídeos do show acúsTTTIco no Calabouço

No final de 2014 a banda preparou um set acústico para um show no Calabouço Heavy n’ Rock Bar.

A apresentação foi registrada em vídeo e já está disponível aqui no site e no canal da banda no You Tube.

https://www.youtube.com/user/TamuyaThrashTribe

 

NOVO ÁLBUM SERÁ GRAVADO EM FEVEREIRO

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“Grupo se encontra em estúdio na pré produção de seu primeiro full lenght”

Os cariocas do Tamuya Thrash Tribe montaram um estúdio e estão finalizando as músicas que irão compor o seu primeiro álbum, até agora, com o nome provisório de “The Last Of The Guaranys” (nome de uma das músicas do disco). O grupo possui um EP de seis músicas, “United”, lançado em 2011.

Para a pré-produção desse novo trabalho, o TTT montou um estúdio em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, para finalizar e lapidar as músicas. O estúdio foi apelidado de “Oca dos Tamuya”.

A previsão é de que as nove músicas que irão compor esse álbum, estejam prontas no final de janeiro, e com isso, as gravações comecem em fevereiro de 2015.

O CD será gravado no Estúdio Locomotiva (mesmo estúdio onde foi gravado o EP “United”. www.locomotivaestudio.com.br ) e a produção ficará por conta de Sidney Sohn, junto com a própria banda. Sidney Sohn é tecladista, engenheiro de som e produtor, e já recebeu em seu estúdio, artistas como Tribuzy, Thotem, Maldita, Andralls, Jorge Vercilo, Start (Rap), Marcelo D2, Elba Ramalho, entre muitos outros.

Os fãs poderão acompanhar as gravações e algumas curiosidades acerca disso, em forma de ‘studio sessions’ no Canal oficial do Tamuya no Youtube, e em seu Facebook Oficial:

https://www.youtube.com/user/TamuyaThrashTribe

www.facebook.com/TamuyaThrash?fref=ts

“Importantes bandas como Sepultura, fizeram esse processo, e achamos que seria bacana disponibilizar esse conteúdo. As pessoas gostam de ver como as músicas tomam forma, se sentem parte disso, familiarizadas com as composições. Quando o disco finalmente é lançado, é como se você já conhecesse partes das músicas”, conta, Luciano Vassan, guitarrista e vocalista da banda.

Recentemente a banda fez alguns shows bastante elogiados, no formato acústico. Luciano não descarta a possibilidade de entrar algo desse formato no disco, porém, despista, com; “Aguarde, pois com certeza os fãs terão algumas surpresas”.

O Tamuya Thrash Tribe é formado por Luciano Vassan (guitarra e vocal), Leonardo Emmanoel (guitarra), JP Mugrabi (baixo) e Bruno Rabello (bateria).

 

Fonte: Hard n Heavy

http://hardandheavy.com.br/ptbr/?p=8537

Coalizão Metal Brasil – Rio

Facebook Board Coalizao Metal Brasil

Movimento tem o único propósito: A união do Metal Nacional.

Surge um projeto pretencioso, que visa mudar o metal nacional. A “Coalizão Metal Brasil”, a “CMB”, é uma iniciativa de bandas do eixo Rio-São Paulo, que tem alguns sentimentos em comum: a união e o apreço pela música pesada de qualidade.

Eles se juntaram para promover shows, encontros, divulgar novos artistas e acima de tudo, tentar unir a cena brasileira. O movimento começou a partir da iniciativa de membros das bandas Tamuya Thrash Tribe (RJ), Imbyra (SP), Skin Culture (SP), Desgraceira (São José dos Campos/SP) e Kyhary (SP), além de contar com a ajuda de amigos da imprensa, produtores, fãs e entusiastas da boa música.

O objetivo é espalhar a ideia para todos os cantos do Brasil, com o intuito de criar uma grande rede e possibilitar o intercâmbio de artistas por todo o país.

O primeiro de muitos eventos será no Rio de Janeiro, no Heavy Duty Beer Club, com show das Bandas Tamuya Thrash Tribe, Kyhary e Imbyra, no dia 06/09/2014. Já estão previstos outros shows no estado de São Paulo para novembro e o lançamento de uma coletânea com as bandas coligadas até o final de 2014.

“Acho que isso é o começo de algo inédito no Brasil, uma verdadeira união entre os artistas, o público, produtores, imprensa e os amantes da boa música. Queremos que mais bandas, de diferentes partes do país participem também. Todos serão bem-vindos, desde que tenham a mesma ideologia”, conta Luciano Vassan, vocalista e guitarrista do Tamuya Thrash Tribe.

#CMB #CoalizãoMetalBrasil

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Serviço Show:

“Coalizão Metal Brasil 1”

Show com as bandas

– Tamuya Thrash Tribe (RJ)

– Imbyra (SP)

– Kyhary (SP)

Nos intervalos, o DJ Heavy Purista tocando o melhor do Metal Nacional e Internacional.

Local: Heavy Duty Beer Club

Rua Ceará 104, praça da bandeira – Rio de Janeiro/RJ

Data: 06/09/2014

Horário: 22h00

Ingressos: R$20,00